PIRACICABA, TERÇA-FEIRA, 25 DE JUNHO DE 2019
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05 DE ABRIL DE 2019

Campos defende requerimento que questiona valor da tarifa de esgoto


Parlamentar ocupou a tribuna na noite desta quinta-feira (4), na 17ª reunião ordinária



EM PIRACICABA (SP)  

Foto: Fabrice Desmonts - MTB 22.946 Salvar imagem em alta resolução

Paulo Campos usou a tribuna para defender requerimento 292/2019, de autoria de Trevisan Jr.






O vereador Paulo Campos (PSD) ocupou a tribuna da Câmara na noite desta quinta-feira (4), durante a 17ª reunião ordinária, para discutir o requerimento 292/2019, do vereador Trevisan Júnior (PR), que solicita informações do Executivo sobre o número de consumidores de água em Piracicaba.

O parlamentar elogiou a iniciativa de Trevisan Jr e afirmou que considera “totalmente desproporcional” o valor pago pela população na tarifa de esgoto. “Eu gostaria de saber como é mensurado no talão que o morador recebe, o valor efetivo da tarifa de esgoto”, disse Campos.

De acordo com ele, ter acesso à essa informação é de ‘crucial importância’. “São informações pertinentes e relevantes que devem vir com a máxima urgência a fim de dar subsídio à comissão de estudos do Semae (Serviço Municipal de Esgoto), para que esta venha trabalhar com tranquilidade, tendo elementos suficientes para embasar um relatório a contento”, enfatizou o vereador.

Paulo Campos demonstrou preocupação ao mencionar parte da população de Piracicaba que recebe o benefício de prestação continuada no valor de um salário mínimo. “Me preocupo com as pessoas que chegam a gastar um quarto da sua renda mensal na conta de água”, disse.

O vereador Aldisa Marques, o Paraná (PPS) reforçou os argumentos utilizados por Campos ao recordar de um caso recente que chegou ao seu gabinete. “Um morador que fez uma ligação de esgoto no Jardim São Paulo recebeu em sua residência uma fatura no valor três mil reais para pagar, sem condições nenhuma para pagá-la”, argumentou.

Depois disso, Campos mencionou que a tabela progressiva para o consumo de água e esgoto sofre a cada 10 metros cúbicos um acréscimo desproporcional. “É preocupante porque a tabela fere alguns preceitos de leis municipais, estaduais e federais. Na próxima reunião ordinária trarei para aprovação um requerimento cobrando informações da autarquia de como é feito o gasto com esgoto no município”, concluiu.



Texto:  Raquel Soares
Supervisão de Texto e Fotografia: Valéria Rodrigues - MTB 23.343
Imagens de TV:  TV Câmara


Tópicos: LegislativoPaulo CamposAldisa Marques

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